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PESSOAS ONLINE



06 abril 2022

Durante show, vocalista de banda puxa coro contra Bolsonaro, mas plateia responde com “Lula ladrão!”

Nasi, o vocalista da banda Ira, tentou puxar um coro contra o presidente Bolsonaro em um show do grupo em Recife, no último sábado (2), porém o público reagiu em protesto contra o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Nasi tentou puxar um coro de “Bolsonaro, vai tomar no c*”, no entanto, a plateia não aderiu ao grito.

Em contrapartida, uma parte da plateia começou a entoar “Lula ladrão! Seu lugar é na prisão”. O vídeo do momento foi parar na internet.



Confira outros artistas que protestaram contra o presidente

Nos últimos meses, diversos artistas protestaram contra o presidente Jair Bolsonaro durante shows.

Gal Costa foi uma das primeiras que acompanhou o público durante show de encerramento da turnê A pele do futuro, em Belém do Pará, quando começou a gritar “Fora Bolsonaro”.

O mesmo aconteceu em um show da Ivete Sangalo em Natal, no Rio Grande do Norte. O público puxou um coro de “Ei, Bolsonaro, vai tomar no c*” que foi incentivado pela artista.

Mais recente, durante o festival Lollapalooza em São Paulo, artistas como Pabllo Vittar, Emicida, Djonga, Gloria Groove e outros, criticaram o atual presidente.

O Partido Liberal (PL), ao qual o presidente Jair Bolsonaro está filiado, chegou a entrar com uma ação no TSE pedindo a proibição de manifestação política durante os shows do evento.


Portal 98 FM 

 

Lula defende aborto e aliados de Bolsonaro reagem: ‘Pauta dele sempre foi cultura da morte’

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) defendeu a legalização do aborto nesta terça-feira, 5, durante debate promovido pela Fundação Perseu Abramo e a pela entidade alemã Fundação Friedrich Ebert, em São Paulo. Para o petista, o aborto deveria ser uma “questão de saúde pública”, já que escancara as desigualdades sociais da sociedade brasileira. Sem citar diretamente o presidente Jair Bolsonaro, Lula classificou a pauta da família e dos valores pregados pelo governo como “muito atrasadas” e utilizadas por “homem que não tem moral para fazer isso”. Bolsonaristas e evangélicos reagiram às declarações.

 

Ex-ministra da Mulher, Família e Direitos Humanos, Damares Alves (Republicanos-DF) disse que a “pauta do ex-presidente sempre foi a cultura da morte”. “Observem que ele hoje está defendendo o aborto, e amanhã ele com certeza defenderá a eutanásia e depois a eugenia”, disse em sua rede social. Os deputados federais Marco Feliciano (PL-SP) e Guiga Peixoto (PSC-SP) e o deputado estadual Bruno Engler (MG-PRTB) também criticaram o petista.

 

“Acredito que pela primeira vez vi o Lula de quem sempre falei! Lula para maiores! Apoiando o aborto e convocando os seus para intimidarem parlamentares contrários ao seu comunismo! O ex-rei ficou nu!”, escreveu Feliciano nas redes.

 

Lula disse que a proibição do aborto afeta principalmente as mulheres pobres, o que enfatiza a questão de desigualdade social no País. “A mulher pobre fica cutucando o seu útero com uma agulha de crochê, tomando chá de qualquer coisa. Enquanto isso, a madame pode fazer um aborto em Paris, ela pode ir para Berlim, encontrar uma boa clínica e fazer um aborto. Aqui no Brasil, ela não faz porque é proibido”, disse.

 

O petista defendeu a mudança da legislação sobre o assunto. “Na verdade, [o aborto] deveria ser transformado em uma questão de saúde pública e todo mundo ter direito e não ter vergonha. O que não dá é que a lei exija que ela tenha o filho e essa lei não exige cuidar”, disse. Atualmente, o aborto é permitido no Brasil apenas em caso de risco à vida da mãe e de estupro.

 

O pré-candidato do PT classificou o debate atual, promovido pelo governo, sobre família e valores como algo “muito atrasado” e utilizado por um “homem que não tem moral para fazer isso”. “O comportamento dele com as mulheres não lhe dá o direito desses valores. Ele não respeita. Ele acha que mulher é um objeto. É esse cidadão que tenta pregar valores para um grupo de brasileiros que acredita”, disse.

 

Antes mesmo de assumir o cargo no Executivo, Bolsonaro levantava a bandeira da proibição do aborto no País, com forte teor religioso. Durante o mandato, o tema foi intensificado em seus discursos e defendido no pacote de pautas de costume do presidente, como uma forma de fidelizar o apoio dos seus apoiadores evangélicos, uma de suas principais bases eleitorais.

 

Histórico

 

O tema do aborto é recorrente nos discursos de Lula. Em recente entrevista à rádio Super, de Minas, o petista defendeu que determinados temas polêmicos não devem ser discutidos com um viés de radicalização religiosa, principalmente aqueles que dependem de uma “evolução da sociedade”.

 

“Eu, Lula, pai de família, pai de 5 filhos, se perguntarem, eu falo que eu sou contra o aborto e sempre fui contra. Agora, eu, chefe de Estado tenho que tratar o aborto como uma questão de saúde pública. Então, o que eu penso pessoalmente é meu. É o meu pensamento”, disse no dia 24 de março. “Agora, como é que eu vou tratar isso como chefe de Estado, aí eu tenho que tratar sempre, ou seja, todas as mulheres em igualdade de condições porque tem muita gente que é contra o aborto e corre para Paris, corre para Nova York para fazer um aborto escondido, então isso as famílias pobres morrem na rua.”

 

Fonte: Estadão

 

 

 

 

 

 

 

Com resistência de Ezequiel, oposição já procura ‘plano B’ para disputar governo contra Fátima

A oposição não acredita mais na pré-candidatura ao Governo do Estado do presidente da Assembleia Legislativa, deputado Ezequiel Ferreira (PSDB). Fontes ouvidas pelo PORTAL DA 98 FM nesta segunda-feira (4) disseram que a oposição cansou de tentar convencer o tucano a romper com a governadora Fátima Bezerra (PT) e disputar o governo contra ela, após inúmeras tentativas sem sucesso.


Neste fim de semana, segundo apurou a reportagem, Ezequiel conversou com o ex-ministro do Desenvolvimento Regional Rogério Marinho (PL), pré-candidato da oposição ao Senado. No contato, avisou que não vai adiante com a pré-candidatura, antes mesmo de oficializar a pretensão. Nas próximas horas, há uma expectativa de que o presidente da Assembleia deixe claro, através de nota oficial, que será candidato à reeleição em 2022.


O presidente da Assembleia Legislativa teve uma diverticulite neste fim de semana, chegando até a ser hospitalizado. Contudo, após ser liberado, não deixou de conversar com lideranças por telefone, deixando claro que não será candidato a governador, apesar dos inúmeros apelos.


O próximo passo deverá ser comunicar a Fátima Bezerra que segue aliado do governo, faltando definir a ocupação dos espaços na próxima gestão, caso ela seja reeleita.


Um deputado ouvido pela reportagem afirmou que já esperava esse desfecho. O parlamentar argumenta que Ezequiel já tinha dado sinais de que não iria para a disputa, pois não vinha adotando postura de candidato a governador nem manifestando o desejo claro de concorrer contra Fátima Bezerra.


Na ótica desse deputado, Ezequiel candidato a governador era muito mais um desejo da oposição do que exatamente uma vontade do deputado. É bem verdade que o deputado também não tinha descartado claramente a possibilidade de ser candidato.


Com o recuo de Ezequiel Ferreira, a oposição começa a ventilar outros nomes que possam ser candidatos contra Fátima Bezerra. Nesta segunda, Rogério Marinho, que vinha insistindo para Ezequiel ser candidato, teve um encontro com Brenno Queiroga (Solidariedade), que é pré-candidato a governador até agora em “carreira solo” com o seu partido.


Outro nome que chegou a ser especulado nas últimas horas é o do deputado federal General Girão (PL), que tem manifestado o desejo de disputar o governo. A possibilidade, porém, é considerada mais remota porque General Girão é altamente associado ao presidente Jair Bolsonaro, que tem rejeição na casa dos 45%, segundo pesquisa do Instituto Seta divulgada na sexta-feira (1º) pela 98 FM.


Um nome que também foi especulado foi o do ex-governador José Agripino Maia (União Brasil), mas ele disse ao PORTAL DA 98 FM que a possibilidade “não tem o menor fundamento”.


Em entrevista à 96 FM nesta segunda, Rogério Marinho disse que a oposição deve se reunir até o fim desta semana para tentar chegar a um projeto único. Ele disse que “deseja” que o grupo tenha um candidato a governador e descartou ir para a disputa “sozinho”. Ele falou que vai se reunir com líderes dos seguintes partidos: PL, PSC, PP, PSDB, PTB, PSC, Solidariedade e União Brasil.


“Estamos construindo um grupo de partidos de oposição ao Governo do Estado que deve se reunir até o fim desta semana. Não acredito que nós tenhamos um projeto sem cabeça de chapa. Nós teremos candidato a governador”, finalizou.


Portal 98 FM 



 

Anitta causa polêmica ao falar que quer levar energia de ‘diversão e sexo’ do Brasil para o exterior

Anitta causou polêmica por conta de uma declaração que saiu na capa da revista americana “Nylon”, publicação que será distribuída no Coachella. A brasileira está entre os artistas do line-up.

 

“No Brasil, todo mundo quer se divertir e transar e eu quero trazer essa energia para cá”.

 

Muitas pessoas criticaram a fala da cantora nas redes sociais desta segunda (4), dia em que a capa foi divulgada. A maior parte reclama de estimular a imagem sexualizada dos brasileiros fora do país.

 

“Meu Deus. Tira o ódio de dentro de mim pq a vontade é de mataaaaaarrrrrrr”, escreveu Anitta no Twitter.

 

Em outros posts, ela falou sobre a relação com a imprensa estrangeira e que a frase foi tirada de contexto.

 

“Infelizmente ainda não consigo colocar o Paulo [assessor de imprensa da cantora] pra controlar essas coisas fora do país. Pq se eu conseguisse meu amorrrrr… sabe quando que iam fazer sensacionalismo comigo??? Na pqp … mano eu tô soltando fogo pelo nariz 😤 meu deusssssss tira de mim todo o ódio pelo amor”.

“Frustrante. Cansativo. Desestimulante”, reclamou na sequência.

 

O post com a capa foi excluído das redes sociais da revista. É a primeira vez desde 2017 que a publicação será impressa.

 

Brasil no Coachella

 

Anitta e Pabllo Vittar vão cantar no festival em abril, realizado no deserto Indio, no sul da Califórnia.

 

O evento acontece nos finais de semana de 15 a 17 e 22 a 24 de abril e tem Harry Styles, Billie Eilish e Ye (Kanye West) como headliners.

 

Megan Thee Stallion, Karol G, Lil Baby, Doja Cat e Banda MS também estão na programação de retomada do festival após dois anos de cancelamentos por conta da pandemia.

 

Fonte: G1


 

Governo prepara MP que flexibiliza cotas do programa Jovem Aprendiz

Antes mesmo de as sugestões de grupo de trabalho serem avaliadas pelo Conselho Nacional do Trabalho (CNT), o governo prepara medida provisória para flexibilizar o cumprimento das cotas do programa Jovem Aprendiz. O Estadão/Broadcast (sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado) apurou que a minuta da MP - com uma espécie de "força-tarefa" para atingir as metas das cotas de aprendizagem - já foi concluída pelo Ministério do Trabalho e Previdência e aguarda aval do Planalto para publicação, talvez ainda esta semana.

Sancionada no fim de 2000, no governo de Fernando Henrique Cardoso, a Lei do Aprendiz determina que empresas consideradas de médio e grande porte devem reservar vagas para adolescentes e jovens de 14 a 24 anos, sem idade máxima para os aprendizes com deficiência. A cota de vagas varia de 5% a 15% do quadro de funcionários.

No começo de março, o Grupo de Trabalho da Aprendizagem Profissional (GT) publicou relatório propondo flexibilizações para o cumprimento da cota de aprendizagem, como considerar como base a média de empregados nos últimos 12 meses.

O grupo também propôs que as empresas de menor porte - desobrigadas de cumprir a cota - contratem aprendizes em nome de outras firmas que estejam com dificuldades em cumprir a regra. Outro ponto do relatório, criticado pelas centrais sindicais e pelo Ministério Público do Trabalho (MPT), mandava incluir na base de cálculo da cota de aprendizagem as ocupações que exigem formação de nível técnico e tecnólogo. Para os críticos da proposta, a inclusão no programa de tecnólogos - de nível superior - acabaria elitizando o programa.

A MP gestada no ministério também deve propor outras alternativas para cumprimento da cota que já foram atacadas pelas centrais sindicais. Entre elas, estaria o cômputo em dobro dos jovens considerados vulneráveis. Ou seja, cada jovem em situação de miséria contratado pelo programa contaria como dois aprendizes para se atingir a cota.

Além disso, jovens contratados em definitivo continuariam sendo contabilizados de maneira artificial como aprendizes por mais um ano, para efeito de cumprimento da cota.

 

Reação

A coordenadora nacional de Combate à Exploração do Trabalho da Criança e do Adolescente do MPT, Ana Maria Villa Real, criticou as mudanças propostas pelo governo no programa e considerou preocupantes tanto o relatório final do grupo de trabalho quanto a proposta de MP que está prestes a ser publicada.

"Além da alteração do critério da priorização da idade pelo da escolarização, até o alinhamento da aprendizagem com o ensino tecnológico, que é de nível superior, foi proposto no GT. Que justiça social se pretende alcançar com essa proposta elitizante em um período em que a vulnerabilidade socioeconômica das famílias aumentou imensamente em razão da pandemia", argumenta a procuradora.

Como o Estadão mostrou em janeiro, a intenção original de flexibilizar a exigência da frequência escolar do programa levou a fortes reações das centrais sindicais e de entidades como o Centro de Integração Empresa-Escola (Ciee), que alertaram para os riscos de a proposta acabar com o programa.

 

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

 

Estadão Conteúdo



 

Planalto estuda adiar votação na Petrobras

Com dificuldade para encontrar um novo nome para assumir a principal cadeira executiva da Petrobras, após a desistência de Adriano Pires, o governo federal colocou na mesa estratégias para conseguir ganhar tempo e mitigar a crise de governança na qual mergulhou a empresa. Uma das opções que vem ganhando força seria tirar da pauta da assembleia a votação do novo Conselho de Administração – votando apenas as demais matérias, como a aprovação das contas da companhia referentes ao ano passado. Essa possibilidade envolve a permanência do general Joaquim Silva e Luna por mais tempo no comando da estatal.

Pelas regras do estatuto da estatal, o presidente da companhia precisa ser membro do conselho de administração, por isso a importância dessa eleição. No último documento entregue ao regulador, com os nomes do governo indicados ao colegiado da companhia, ainda estão Rodolfo Landim, presidente do Flamengo que já desistiu da posição, e do general Joaquim Silva e Luna, demitido pelo presidente Jair Bolsonaro sob o contexto das altas dos combustíveis. Adriano Pires não chegou a ter seu nome incluído na lista de indicados.

 

Depois do imbróglio formado após a indicação de Pires ao cargo, com potenciais conflitos de interesse vindo à tona, os nomes sondados pelo governo estão preferindo se manter longe na companhia, ainda mais porque o mandato é apontado como "tampão".

 

Segundo fontes, uma das apostas, o presidente da Enauta, Decio Oddone, já recusou o convite. Afinal, são apenas oito meses até o fim do mandato e o atual governo está atrás nas pesquisas eleitorais para a presidência. Ou seja, um executivo do setor teria que se desvencilhar de suas atuais funções sem a certeza de que continuaria na próxima gestão. É dado com certo que se o pleito for vencido pelo petista Luiz Inácio Lula da Silva haverá troca da presidência da estatal.

 

Caso seja batido o martelo e o governo decida, de fato, retirar a votação da pauta da assembleia marcada para o próximo dia 13, o atual presidente da Petrobras, o general Joaquim Silva e Luna, deverá ficar mais um tempo no cargo. Isso ocorreria até que o governo conseguisse acertar um novo nome e marcar uma assembleia para votar o conselho.

 

O Portal do Estadão informou que o general não veria problemas em ficar mais um tempo no cargo. O governo corre para conseguir encontrar um nome, mas a visão é de que há pouco tempo hábil. Faz parte do rito da empresa uma verificação do nome pelo Comitê de Pessoas, órgão vinculado ao Comitê de Pessoas (Cope) da companhia.

 

Cogitados

A desistência de Adriano Pires para a Presidência da Petrobras e Rodolfo Landim para o Conselho de Administração da empresa explodiu a bolsa de apostas para os novos nomes para o comando da petrolífera brasileira. O nome do secretário especial de Desburocratização, Gestão e Governo Digital do Ministério da Economia, Caio Mario Paes de Andrade, ganhou força, mas também outros nomes entraram no radar: Márcio Weber, Décio Oddone e Vasco Dias.

Márcio Weber é atual conselheiro da empresa. Foi membro da Diretoria de Serviços da Petrobras Internacional (Braspetro) e Diretor da Petroserv S.A. Uma das vantagens é que ele pode “descer” do Conselho para a Diretoria Executiva. Já sendo conselheiro, ele poderia ser aprovado como presidente na reunião. Neste caso, contribui o fato de que os conselheiros já passaram pelo crivo da checagem exigida pelas regras de governança.

Oddone é ex-diretor geral da Agência Nacional de Petróleo (ANP) e atual diretor-presidente da Enauta. Foi CEO da Petrobras Bolívia e presidente do Conselho de Administração e CEO da Petrobras Energia. Experiente, Oddone tem como empecilho estar no comando da Enauta, que tem negócios com a Petrobras. O Portal do Estadão apurou que Oddone já recusou o convite porque só restam oito meses para o fim do atual governo.

 

Tribuna do Norte 

 

André Mendonça toma posse como ministro substituto do TSE

 O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) André Mendonça tomou posse hoje (5) no cargo de ministro substituto do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), órgão responsável pela organização das eleições.

No dia 17 de março, Mendonça foi eleito de forma simbólica pelo plenário do STF para ocupar o posto.

O ministro acumulará as atividades da Justiça Eleitoral com as da Suprema Corte. Mendonça atuará nos casos em que os titulares oriundos do STF estiverem ausentes ou impedidos de participar dos julgamentos.

As cadeiras efetivas do STF no TSE são ocupadas pelos ministros Edson Fachin, Alexandre de Moraes e Ricardo Lewandowski. Os ministros Cármen Lúcia e Nunes Marques completam a lista de substitutos.

O TSE é composto por sete ministros, sendo três do STF, dois do STJ, e dois advogados com notório saber jurídico, nomeados pelo presidente da República, além dos substitutos.

André Mendonça tomou posse no Supremo em dezembro do ano passado. Indicado pelo presidente Jair Bolsonaro, Mendonça ocupou cadeira deixada pelo ministro Marco Aurélio, que foi empossado em 1990 e aposentado compulsoriamente ao completar 75 anos.

Foi a segunda indicação do presidente Jair Bolsonaro. Em 2020, o presidente indicou Nunes Marques para a cadeira de Celso de Mello, que também se aposentou.

 

Agência Brasil

 

Mãe do menino Henry é solta com tornozeleira após ameaças dentro de presídio

A carioca Monique Medeiros, suspeita pela morte de seu filho, Henry Borel, foi solta nesta terça-feira (5), mediante uso de tornozeleira eletrônica. Segundo decisão da juíza Elizabeth Machado Louro, da 2ª Vara Criminal do Rio, a mulher estaria sofrendo ameaças dentro da cadeia e a manutenção de sua prisão não favoreceria "a garantia da ordem pública". Dr. Jairinho, namorado de Monique e acusado de ser co-autor do crime, permanece sob custódia.

A decisão da Vara Criminal substitui a prisão preventiva da mãe por monitoração eletrônica, mas "fica, ainda, vedada à ré Monique, enquanto perdurar a monitoração, qualquer comunicação com terceiros - com exceção apenas de familiares e integrantes de sua defesa -, notadamente testemunhas neste processo, seja pessoal, por telefone ou por qualquer recurso de telemática, assim também postagens em redes sociais, quaisquer que sejam elas, sob pena de restabelecimento da ordem prisional".

De acordo com o advogado Thiago Minagé, a decisão está dentro da "lealdade processual". "Após um ano de ataques, ofensas e agressões a teoria se aplicou na prática e o processo continuará com seu curso normal", afirmou.

Henry tinha quatro anos quando morreu no dia 8 de março de 2021. De acordo com a denúncia do Ministério Público do Rio de Janeiro, foi vítima de torturas realizadas pelo então vereador Dr. Jairinho. Monique é suspeita de ter conhecimento das agressões e não fazer nada para impedir. Ela responde por homicídio triplamente qualificado, tortura e coação de testemunhas. Ambos foram presos um mês depois da morte.

 

Tribuna do Norte 

 

STJ aceita aplicação da Lei Maria da Penha para mulheres transexuais

 O Superior Tribunal de Justiça (STJ) decidiu hoje (5) que a Lei Maria da Penha pode ser aplicada para proteção de mulheres transexuais. A decisão vale somente para o caso julgado, mas pode abrir precedente para ser aplicada aos demais casos que estão em tramitação no Judiciário em todo o país.

O caso foi julgado pela Sexta Turma da Corte, a partir de um recurso contra decisão de primeira instância da Justiça de São Paulo que afastou a aplicação da norma, por entender que a lei não abrange situações envolvendo identidade de gênero, ou seja, beneficiando pessoas que se identificam como mulheres.

Criada em 2006, a Lei Maria da Penha criou mecanismos para coibir a violência doméstica contra a mulher, estabelecendo medidas protetivas de afastamento do convívio familiar, criação de juízos de violência doméstica e medidas de assistência às vítimas.

 

Agência Brasil



 

Uso obrigatório de máscara chega ao fim em todo o Rio Grande do Norte

O Governo do Rio Grande do Norte irá publicar novo decreto que flexibilizará o uso de máscaras em locais abertos e fechados no estado, conforme recomendação do Comitê Científico de Especialistas da Secretaria de Estado da Saúde Pública (Sesap) que discutiu, na noite desta terça-feira (5), o quadro epidemiológico e assistencial, que aponta para um baixo patamar de casos, óbitos e internações no estado.

Previsto para ser publicado em edição extra do Diário Oficial do RN (DOE-RN) desta quarta-feira (6), o novo documento irá suspender o decreto que estaria em vigor até o dia 8 para colocar em vigência as novas medidas, que devem incluir ainda a orientação do uso contínuo de máscara para todas as pessoas que estejam com sintomas gripais e grupos mais vulneráveis à Covid-19, como idosos e imunossuprimidos.

“A ciência sempre vai pautar nossas decisões no que diz respeito à pandemia. Então, continuaremos avançando com a vacinação, quem ainda não tomou as doses recomendadas, complete o seu esquema vacinal!”, lembrou a governadora Fátima Bezerra.

O Comitê discutiu também questões como a manutenção do reforço à campanha de vacinação contra a Covid-19, vigilância de casos e outros pontos. As recomendações completas estão previstas para sem publicadas amanhã.

 

Tribuna do norte 



 

Assú/RN: Marcos da Pesca declara apoio ao projeto de Luiz Eduardo

Esteve reunido nesta terça-feira dia 5 de abril, na capital do Estado, o jovem Marcos da Pesca juntamente com Luiz Eduardo na oportunidade o ativista político do município do Assú, oficializou o seu apoio ao projeto político de Luiz Eduardo de buscar uma vaga na assembleia legislativa no próximo pleito eleitoral deste ano.

"Vou caminhar com Luiz Eduardo para juntos buscar melhorias para o nosso estado, e lutar por oportunidades para os nossos jovens em todas as áreas, especificamente na geração de empregos", falou Marcos da Pesca para o Blog Alex Silva Assú.