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PESSOAS ONLINE



19 novembro 2022

URGENTE: Lula não participa de programação oficial da COP27 e discursa para ‘ONG'

URGENTE

A participação do presidente eleito, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), na COP27 (27ª Conferência do Clima das Nações Unidas) vem gerando uma série de comentários nas redes sociais. O político recebeu o convite de Abdel Fatah al-Sissi, presidente do Egito, e teria discursado em um painel organizado pelo Consórcio Interestadual de Desenvolvimento Sustentável da Amazônia Legal, composto por nove governadores de estados amazônicos.
O presidente eleito não participou do evento principal, reservado a chefes e ministros de Estado.

Em sua fala para poucas pessoas presentes, o político anunciou que vai adiar e enfraquecer as metas para zerar o desmatamento no Brasil, jogando para 2030 metas estabelecidas pelo Governo Bolsonaro para 2028 que constam na NDC Brasileira.

Além de instalar uma enorme insegurança e pânico em todos com o mercado de carbono. Sendo que, um levantamento feito pelo site Poder 360 mostrou que o jatinho usado pelo presidente eleito, Lula (PT), para ir à 27ª Conferência das Partes das Nações Unidas sobre Mudanças do Clima (COP27) emitirá, considerando ida e volta, quase 110 mil toneladas de gás carbônico, que contribui para as “mudanças climáticas”.
O Poder 360 chegou a esse número considerando que o Departamento de Negócio, Energia e Estratégia Industrial do Reino Unido estabelece que cada litro de combustível de aviação queimado gera 2,5 quilos de gás carbônico, e que o modelo de jatinho em que Lula viajou, um Gulfstrem G600, gasta 1,7 mil litros por hora de voo. Um voo do Brasil para o Egito (mais de 10 mil quilômetros) leva 12 horas e meia.
Redação AM POST


Covid-19 aumenta no RN e mais 11 estados, diz Fiocruz

Saúde
O Boletim InfoGripe da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), divulgado hoje (18), reforça o crescimento dos casos de covid-19, que já corresponde a 47% dos resultados positivos para vírus respiratórios nas últimas quatro semanas.


Em nível nacional, o aumento moderado de casos de síndrome respiratória aguda grave (SRAG) na tendência de longo prazo está presente em 12 de 27 estados: Alagoas, Amazonas, Ceará, Goiás, Pará, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Norte, Rio de Janeiro, Santa Catarina e São Paulo. Referente à Semana Epidemiológica (SE) 45, período de 6 a 12 de novembro, a análise tem como base os dados inseridos no Sistema de Informação de Vigilância Epidemiológica da Gripe (Sivep-Gripe) até o dia 14 de novembro.
Os dados indicam crescimento dos casos positivos para Sars-CoV-2 (covid-19), especialmente na população adulta. Nas últimas quatro semanas epidemiológicas, a prevalência entre os registros com resultado positivo para vírus respiratórios foi de 10,3% para influenza A; 0,3% para influenza B; 24,2% para vírus sincicial respiratório (VSR); e 47% Sars-CoV-2. Entre os óbitos, a presença dos mesmos vírus entre os positivos foi de 4,1% para influenza A; 0,0% para influenza B; 1,4% para VSR; e 83,6% Sars-CoV-2.

O pesquisador da Fiocruz Marcelo Gomes destaca a importância da combinação de vacinação e uso de máscaras como ações de proteção. Ele orienta a população a verificar quantas doses já foram recomendadas para seu perfil, levando em conta a faixa etária e as condições de saúde, para que o novo ciclo seja enfrentado com o maior nível de proteção possível.


“A vacina é muito importante para diminuir o risco de agravamento, mas seu papel é um pouco menor na transmissão. Por isso, é fundamental que se volte a usar boas máscaras em situações específicas, ou seja, em transporte público, locais fechados e situações com muita gente em um espaço relativamente pequeno. É vacina no braço e máscara no rosto”, disse o coordenador do InfoGripe.


Emissão de novos passaportes está suspensa a partir deste sábado

Infelizmente!

A Polícia Federal divulgou no final da tarde da sexta-feira (18) que está suspensa a confecção de novas cadernetas de passaporte a partir deste sábado (19).


A medida decorre da insuficiência do orçamento destinado às atividades de controle migratório e emissão de documentos de viagem.

O agendamento online do serviço e o atendimento nos postos da PF continuarão funcionando normalmente. No entanto, não há previsão para entrega do passaporte solicitado enquanto não for normalizada a situação orçamentária.

Usuários atendidos nos postos de emissão até o dia 18/11 receberão seus passaportes normalmente.

Segundo a nota os demais serviços prestados pela PF não serão afetados. 


BLOG ITAJÁ TV LANÇA PESQUISA COM NOMES QUE PODERÁ DISPUTAR A PREFEITURA DE ITAJÁ NAS ELEIÇÕES DE 2024

Política 

Uma enquete foi lançada pelo nosso site com nomes que estão na política Itajaense.

Acima do nosso cabeçalho, estão as fotos:

LUIZ CARLOS GUIMARÃES- PREGUINHO

MARCIA LUCIANA MELO

CARLOS MARCONDES MATHIAS 


Os resultados serão mostrados perante a população em nosso site, e só Clicar na foto, e depois o botão votar 



Pra lascar o bolso do povo!: Congresso age para aumentar salários dos parlamentares

Política 

A Câmara e o Senado decidiram oficializar o pedido para que os salários de parlamentares e servidores sejam reajustados. Por meio de emendas, as duas Casas pedem a reserva de R$ 370,4 milhões do Orçamento de 2023 para aumentar as remunerações da Câmara e R$ 199,3 milhões para elevar as do Senado. Se aprovado o reajuste, os salários de deputados e senadores subiriam de R$ 33,7 mil para R$ 36,8 mil.
O Estadão revelou em agosto que a cúpula do Congresso já estava com o pedido de aumento salarial engatilhado e planejava apresentar a proposta após a eleição, para não prejudicar deputados federais e senadores que tentavam renovar o mandato. Nesta sexta, 18, a Coluna do Estadão mostrou que a medida foi oficializada no meio do feriado da Proclamação da República

A articulação para aumentar os vencimentos ocorreu após iniciativa de ministros do Supremo Tribunal Federal (STF). Em 10 de agosto, a Corte aprovou, por unanimidade, uma proposta de aumento de 18% para seus integrantes e todos os magistrados da Justiça Federal, o que representa um impacto de aproximadamente R$ 4,6 bilhões. O reajuste, se aprovado, eleva o salário dos ministros do STF de R$ 39,3 mil para R$ 46,3 mil.

Os pedidos de ampliação dos salários ainda precisam ser autorizados pelo Congresso, mas a tendência é dar aval às iniciativas com a aprovação do Orçamento para 2023.

Questionado pelo Estadão, o presidente da Comissão Mista de Orçamento do Congresso, deputado Celso Sabino (União Brasil-PA), evitou comentar o assunto. "Nem vi ainda", afirmou.

O parlamentar disse estar focado nas negociações para aprovar a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) da Transição, que é articulada pela equipe do presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva (PT) com o objetivo de abrir espaço fiscal para pagar o novo Bolsa Família de R$ 600 e o aumento do salário mínimo. "A pauta é a PEC", disse o deputado federal.

Caixa


As emendas foram apresentadas após reuniões feitas pelos presidentes da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), e do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), com as Mesas Diretoras das duas Casas. O argumento para a correção dos valores é de que há recursos no caixa e, ainda, que deputados, senadores e servidores estão há oito anos sem reajuste. O último foi dado em 2014.

Quando os ministros do Supremo decidiram aumentar os próprios salários, o movimento despertou forte reação negativa na sociedade civil, que tem cobrado um enxugamento da máquina pública.

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.


Quatro deputados eleitos no RN gastaram mais que média nacional

Política 
Os deputados federais eleitos do Brasil gastaram, neste ano, 40% mais do que os colegas que conseguiram uma cadeira na disputa de 2018, já descontada a inflação do período. Os dados são do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Na eleição de outubro passado os parlamentares investiram em média R$ 1,8 milhão para se eleger, ante R$ 1,3 milhão de quatro anos atrás. No Rio Grande do Norte, quatro dos oito eleitos gastaram mais do que a média nacional dos vencedores.

Os valores totais de despesas declarados pelos deputados federais eleitos ao TSE variam de R$ 64 mil a R$ 3,4 milhões. A campanha que mais gastou - os R$ 3,4 milhões acima - foi a do paulista Arnaldo Jardim (Cidadania), reeleito com 113.462 votos válidos. Ele foi seguido de dois parlamentares do União Brasil: Fábio Garcia (MT), ex-senador que investiu R$ 3,3 milhões, e Mendonça Filho (PE), ex-ministro e ex-deputado federal, com R$ 3, 2 milhões.

No Rio Grande do Norte, os maiores gastos entre os eleitos foram de Paulinho Freire (PL), com R$3.321.888,40 efetivamente pagos; Benes Leocádio (União Brasil), com R$3.104.717,66; Natália Bonavides (PT), R$2.451.629,56; e João Maia (PL), que gastou R$ 2.310.487,78. Por outro lado, o menor valor pago foi de Sargento Gonçalves (PL), com R$ 108.399,65 efetivamente pagos, de acordo com dados da Justiça Eleitoral. General Girão (PL) gastou R$1.840.040,06, Robinson Faria (PL) usou R$ 1.779.528,15, e Fernando Mineiro (PT) teve gastos de R$ 904.605,27.

Para o professor de Ciência Política da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) Bruno Schaefer, um dos motivos para o crescimento das despesas pode ser o aumento do Fundo Especial de Financiamento de Campanha (FEFC), conhecido como fundo eleitoral que saltou de R$ 1,7 bilhão em 2018 (valor nominal) para R$ 4,9 bilhões em 2022. "O incremento das despesas de campanha pode ser entendido pelo aumento do fundo eleitoral entre as eleições".

Schaefer afirmou ainda que uma eleição competitiva, como foi o caso dessa, pode também incitar um maior gasto para conseguir se eleger.

Segundo dados do TSE, as receitas de campanha declaradas pelos deputados federais eleitos mostram que 77,6% dos valores arrecadados vieram do fundo eleitoral, enquanto 16,8% são de outros recursos, como doações de pessoas físicas e dos próprios candidatos. Os valores originários do Fundo Partidário representam 5,6% de todo o montante das receitas.

O aumento do valor das campanhas também pode ser explicado por um fator institucional que tornou mais acirrada a disputa: cláusula de barreira. A norma exige que os partidos atinjam um número mínimo de parlamentares eleitos para ter acesso ao ao Fundo Partidário e ao fundo eleitoral.

"Esse tipo de medida fortaleceu também a Câmara dos Deputados, porque colocou os olhos dos partidos mais sobre esse tipo de cargo, já que os votos na Casa têm implicações para a manutenção do recebimento do recurso e sua quantidade", disse Graziella Testa, cientista política e professora da FGV.

Reeleição é mais cara em todos os estados do país
Os valores investidos pelos candidatos foram diferentes entre os que concorreram pela reeleição e os que não tinham mandato. Neste ano, quem buscava a recondução ao cargo desembolsou R$ 2,1 milhões, ante R$ 1,5 milhão dos novatos.

O cientista político Rodrigo Prando, professor do Mackenzie, explicou que essa diferença nas despesas é esperada, pois os parlamentares que buscam reeleição têm uma influência que pode lhes render investimento da sigla, algo que é mais difícil para os iniciantes. "A manutenção do poder é fundamental tanto quanto a conquista. Primeiro, você conquista o poder e depois você luta pela manutenção", afirmou. "Quem conquista o poder tem de mantê-lo e a manutenção custa mais caro. Os iniciantes têm barreiras a serem transpostas e os outros, não, pois possuem força política para trazer mais recursos dentro do partido ou indiretamente."

Para 2023, a Câmara dos Deputados terá 55% dos parlamentares reeleitos.

Mesmo com o aumento do peso das mídias digitais nas campanhas eleitorais, a maior despesa das campanhas dos candidatos eleitos foi com a produção de programas de rádio, televisão e vídeo, com gasto médio de R$ 34 mil. As despesas com impulsionamento e criação de páginas na internet ficaram em torno de R$ 12 mil cada uma.

Os deputados eleitos também investiram nos métodos de comunicação mais tradicionais para alcançar o eleitor. Os gastos médios com publicidade de carros de som e produção de jingles, vinhetas e slogans ficaram entre R$ 10 mil e R$ 9 mil, respectivamente. A produção de materiais impressos custou, em média, R$ 6 mil para os parlamentares, enquanto os investimentos em adesivos ficaram, em média, em R$ 5 mil. Na publicidade em jornais e revistas, houve um desembolso de R$ 3 mil.

Diferenças regionais
Os valores para se eleger para a Câmara se alteram também conforme o Estado. Para conquistar um mandato pelo Paraná, por exemplo, o candidato precisou investir, em média, R$ 2,2 milhões maior valor dentre as federações. Na outra ponta do ranking está o Amapá, Estado que teve o menor valor médio, de R$ 678 mil. No Rio Grande do Norte, a média foi de R$ 1,9 milhão.
Nos três Estados com maior eleitorado e mais cadeiras na Casa, os investimentos para se eleger foram altos.

Em Minas Gerais, o segundo maior colégio eleitoral do País, com 16,2 milhões de eleitores, a disputa por uma cadeira custou, em média, R$ 2 milhões. Em São Paulo, Estado com mais eleitores (34,6 milhões), o valor chegou a R$ 1,9 milhão. No Estado do Rio, com 12,8 milhões de eleitores, a despesa média do candidato eleito a uma vaga na Câmara foi de R$ 1,6 milhão.
O cientista político Rodrigo Prando, professor do Mackenzie, explicou que essa diferença nas despesas é esperada, pois os parlamentares que buscam reeleição têm uma influência que pode lhes render investimento da sigla, algo que é mais difícil para os iniciantes. "A manutenção do poder é fundamental tanto quanto a conquista. Primeiro, você conquista o poder e depois você luta pela manutenção", afirmou. "Quem conquista o poder tem de mantê-lo e a manutenção custa mais caro. Os iniciantes têm barreiras a serem transpostas e os outros, não, pois possuem força política para trazer mais recursos dentro do partido ou indiretamente."

Para 2023, a Câmara dos Deputados terá 55% dos parlamentares reeleitos.

Mesmo com o aumento do peso das mídias digitais nas campanhas eleitorais, a maior despesa das campanhas dos candidatos eleitos foi com a produção de programas de rádio, televisão e vídeo, com gasto médio de R$ 34 mil. As despesas com impulsionamento e criação de páginas na internet ficaram em torno de R$ 12 mil cada uma.

Os deputados eleitos também investiram nos métodos de comunicação mais tradicionais para alcançar o eleitor. Os gastos médios com publicidade de carros de som e produção de jingles, vinhetas e slogans ficaram entre R$ 10 mil e R$ 9 mil, respectivamente. A produção de materiais impressos custou, em média, R$ 6 mil para os parlamentares, enquanto os investimentos em adesivos ficaram, em média, em R$ 5 mil. Na publicidade em jornais e revistas, houve um desembolso de R$ 3 mil.

Diferenças regionais
Os valores para se eleger para a Câmara se alteram também conforme o Estado. Para conquistar um mandato pelo Paraná, por exemplo, o candidato precisou investir, em média, R$ 2,2 milhões maior valor dentre as federações. Na outra ponta do ranking está o Amapá, Estado que teve o menor valor médio, de R$ 678 mil. No Rio Grande do Norte, a média foi de R$ 1,9 milhão.
Nos três Estados com maior eleitorado e mais cadeiras na Casa, os investimentos para se eleger foram altos.

Em Minas Gerais, o segundo maior colégio eleitoral do País, com 16,2 milhões de eleitores, a disputa por uma cadeira custou, em média, R$ 2 milhões. Em São Paulo, Estado com mais eleitores (34,6 milhões), o valor chegou a R$ 1,9 milhão. No Estado do Rio, com 12,8 milhões de eleitores, a despesa média do candidato eleito a uma vaga na Câmara foi de R$ 1,6 milhão. Tribuna do Norte

E começou a briga: Guido Mantega deixa equipe de transição e critica

Política 

O ex-ministro Guido Mantega comunicou sua renúncia à equipe de transição do presidente eleito Lula. Em carta endereçada a Alckmin, o ex-titular da Fazenda apontou a intenção de adversários em "tumultuar" e "criar dificuldades para o novo governo" como uma das razões para o seu afastamento.
Mantega foi anunciado na semana passada como integrante do grupo técnico responsável pelo planejamento, orçamento e gestão na equipe de transição. Por estar inabilitado pelo TCU (Tribunal de Contas da União) a exercer cargo em comissão ou função de confiança na administração pública federal por punição envolvendo o caso das pedaladas fiscais, sua participação se daria de forma voluntária.

Em sua carta de renúncia, o ex-ministro classifica a decisão do TCU como injusta e disse que manchou seu nome. 
A saída, de acordo com Mantega, ocorre para evitar que adversários usem seu nome para tumulturar transição. Tribuna do Norte 


Dona de Salão de Beleza é encontrada morta dentro de casa no Bairro Alto da Conceição em Mossoró no RN

Polícia 

A dona do Salão Rainha da Beleza, Adriana Justino dos Santos, natural da cidade de Ibirapuã, no estado da Bahia, foi encontrada morta dentro de casa, na Rua Nísia Floresta, ao lado da praça dos esportes, no Bairro Alto da Conceição em Mossoró, no Rio Grande do Norte.

Os vizinhos sentiram falta de Adriana há quase três dias, uma vez que a mesma não abria o salão de beleza, que funcionava na casa onde ela morava. No final da tarde desta sexta feira, eles começaram a sentir um mau cheiro, sainda da casa e resolveram chamar a Polícia Militar.

Uma guarnição foi ao local e precisou arrombar o portão de entada da residência e ao entrar na casa, os policiais se depararam com a mulher morta e seu corpo em estado avançado de decomposição. As equipes do ITEP e da Polícia Civil foram acionadas para o local.

A equipe pericial realizou os procedimentos de perícia no interior da casa e segundo a perita Emanuela Pinheiro, não foi possível visualizar sinais externos de violência no corpo da vítima. Após a perícia, o cadáver foi recolhido e encaminhado para exames no IML do ITEP. Somente com exames necroscópicos é que será definida a causa da morte.
O delegado de plantão Dr. Roberto Moura disse que a Polícia Civil, vai aguardar o laudo do médico legista, para saber se haverá a necessidade de instauração de inquérito. De acordo com o delegado, o marido da vítima não foi localizado. Fim da linha 


Liga de Combate ao Câncer ameaça paralisar atividades por falta de repasse da prefeitura de Mossoró e do governo do RN

Paralisação

A Liga Mossoroense de Estudos e Combate ao Câncer (LMECC) informou nesta sexta-feira (18) que poderá paralisar as atividades por falta de repasses financeiros do governo do RN e da prefeitura de Mossoró. A dívida total, segundo a Liga, ultrapassa os R$ 6 milhões.


Confira a nota:


A Liga Mossoroense de Estudos e Combate ao Câncer vem por meio deste comunicado informar a imprensa e a sociedade Potiguar que em virtude do atraso dos repasses financeiros pelo Governo do Estado do Rio Grande do Norte e Prefeitura Municipal de Mossoró, se a situação não for solucionada, a partir do mês de dezembro a Instituição terá que suspender parcialmente atendimentos de internação e cirurgias, bem como suspender a admissão de novos pacientes no serviço oncológico.

O montante a receber já soma a quantia de R$ 6.092.848,66 (seis milhões noventa e dois mil oitocentos e quarenta e oito reais, com sessenta e seis centavos), desta forma fica inviável a sustentabilidade econômica e financeira da Instituição.
Essas medidas serão necessárias caso os repasses não sejam feitos com regularidade, para garantir a assistência aos pacientes que já se encontram em tratamento na unidade e evitar o colapso do serviço.

A dívida com fornecedores e médicos é de R$ 9.730.415,66 (nove milhões setecentos e trinta mil quatrocentos e dezesseis reais com sessenta e seis centavos), o que compromete seriamente o abastecimento das nossas Unidades Hospitalares, gerando a falta de insumos essenciais ao tratamento do paciente oncológico.


A Liga Mossoroense de Estudos e Combate ao Câncer é uma Instituição filantrópica com 22 anos de atuação no segmento de saúde, que realiza 125 mil atendimentos/ano e mais de 17 mil quimioterapias aplicadas por mês. Todo este serviço de forma gratuita ao usuário do Sistema Único de Saúde (SUS).
Mossoró Notícias 

Governo do RN cria 7 Delegacias da Mulher; Pau dos Ferros e Assú foram contempladas

Polícia 

 O Governo do Rio Grande do Norte anunciou nesta sexta-feira (18) a criação de 7 novas Delegacias Especializadas no Atendimento à Mulher (DEAM). Na região oeste, as cidades de Pau dos Ferros/RN e Assú/RN foram contempladas.


Segundo a Secretaria da Segurança Pública e da Defesa Social (Sesed), os outros municípios que receberão a atuação das delegacias especializadas são: Macaíba, São Gonçalo do Amarante, Ceará Mirim, Nova Cruz e Macau.

Com o anúncio, o RN conta agora com 12 delegacias de atendimento à mulher. Em algumas das cidades parte da equipe, delegadas e escrivães, já foi anunciada.  Em Assú o comando será da Delegada Drª Marina Queiroz. Os outros municípios terão os nomes anunciados nos próximos dias.

Na quinta-feira (17), a Sesed já havia anunciado a criação de três novas delegacias especializadas em Mossoró/RN. TCM Notícias